
A canonização ocorre nove anos após o colegiado de cardeais e bispos
da Congregação para a Causa dos Santos, da Cúria Romana, atestar o primeiro
milagre atribuído à Irmã Dulce descrito no processo de beatificação da
religiosa iniciado pela Arquidiocese de São Salvador da Bahia. A decisão do
colegiado é baseada em avaliação de peritos de saber científico (como médicos)
e teólogos.
O milagre que levou à beatificação foi a intercessão da freira, a
pedido de orações de um padre, para salvar a vida de uma mulher que deu à luz a
um menino e estava desenganada por causa de uma hemorragia depois do parto, que
os médicos não conseguiam conter. O caso ocorreu nove anos após a morte de Irmã
Dulce (2001), em uma cidade do interior de Sergipe.
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