quinta-feira, 17 de março de 2016

ATUALIZANDO: NOS BASTIDORES DA POLÍTICA DE SÃO PEDRO

O "SIM" CONTINUA SUA ESTRUTURAÇÃO
O grupo do SIM continua se estruturando visando as eleições 2016. Além do vereador Adailson, que confirmou sua chegada na última terça-feira, o vereador Adilberto também chega para reforçar o grupo. Por outro lado, informações não confirmadas, dão conta de que um dos quatro nomes iniciais estaria deixando a formação. Neste sábado deveremos ter mais uma reunião dos membros.

PT SE REUNIU E DEVERÁ ANUNCIAR POSICIONAMENTO
O PT de São Pedro, que tem à frente nomes como o de Raimundo Baé, Marcia e Fortaleza, se reuniu na última segunda-feira e traçou suas metas visando as eleições 2016. Após ter saído do Governo Robenice Ribeiro e sem possibilidades de adesão ao SIM, o PT tem duas opções hoje: lançar candidatura própria, o que é pouco provável, ou se unir ao PMDB.

PMDB SEGUE SUA CAMINHADA
A pré-candidata do PMDB, Adália Liegy, continua com sua posição garantida. A cada dia se percebe nas redes sociais uma intensificação, embora ainda tímida, de suas participações nos eventos públicos e visitas às famílias. Nos bastidores se comenta o "namoro" do PMDB com o SIM e a antiga "paquera" com o PT.

SITUAÇÃO EM SILÊNCIO
O grupo situacionista continua trabalhando silenciosamente. Até o momento tudo que se comenta não passa de suposições e, mesmo perdendo um de seus principais defensores na Câmara, o vereador Adailson, o grupo não se pronunciou. Além da possibilidade de tentativa de reeleição, se comenta nas ruas nomes como João de Deus, Neisa, Eriberta e, até, do vice-prefeito Serrinha, porém, ninguém confirma nada. Porém, a saída de Adailson pode significar que Robenice não vai para a reeleição, pois o mesmo sempre afirmou que se assim fosse ele votaria na mesma.

CÂMARA DE VEREADORES
A corrida pelas cadeiras da Câmara de vereadores já começou efetivamente. Na própria casa, durante as sessões, alguns vereadores já assumiram que vão se preocuparem com suas reeleições e já esquecem seus atuais mandatos. Presume-se que alguns vereadores terão dificuldades maiores para retornarem à casa, uma vez que, a cada dia, aumenta o descrédito da população e aumenta o poder de decisão do fator financeiro no resultado final.